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Poluição por Plástico no Arquipélago de São Pedro e São Paulo

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Em um mundo em constante e acelerada transformação, pervasivos impactos antrópicos deslocam diversos parâmetros ambientais para fora dos limites registrados no Holoceno. Ao lado das mudanças climáticas e da perda da biodiversidade, destaca-se como uma das ameaças antrópicas mais pervasivas a poluição por plástico. Entitulado “Poluição por Plástico no Arquipélago de São Pedro e São Paulo: Estabelecendo Linhas de Base, Avaliando a Evolução da Contaminação e Integrando Estratégias de Mitigação para a Amazônia Azul”, o projeto adota uma abordagem abrangente e integrada para estabelecer linhas de base sólidas e detalhadas da poluição por plástico no Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP). As linhas de base são valores de referência fundamentais, que servem como marcos iniciais bem definidos a partir dos quais se pode avaliar a evolução do problema ao longo do tempo. Sem uma linha de base robusta, qualquer tentativa de monitorar pode ser ineficaz. Nosso foco é também investigar o fluxo do plástico ao longo da teia trófica, avaliando como esses poluentes se movem e se acumulam em diferentes níveis tróficos, uma pergunta ainda em aberto na ciência. Ao integrar as descobertas ecológicas com estratégias de mitigação e alinhá-las com as necessidades e desafios das políticas globais, buscamos exercer um impacto profundo nos esforços internacionais para combater a poluição por plástico, especialmente em ecossistemas sensíveis como o ASPSP, onde a biodiversidade única e o isolamento geográfico amplificam os efeitos de qualquer forma de poluição.

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